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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Aquecimento Global


Escolhi o tema do aquecimento global porque penso que o problema do ambiente é um dos mais graves dos nossos dias.
É necessário pensar e agir sobre este problema que a maioria das pessoas a curto prazo não associa aos graves problemas mundiais, como os furacões, os tufões e inundações. Mas a médio e longo prazo se não forem tomadas medidas tudo será bem mais complicado.
O aquecimento global ou seja o aumento de temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da terra é um dado cada vez mais comprovado.
Os cientistas estudam e dividem-se quanto às causas deste grave problema.
Para uns este aquecimento deve-se a causas naturais como a variação da radiação solar combinada com os vulcões.
Para outros e com dados cada vez mais confirmados o fenómeno deve-se sobretudo à intervenção do homem, ao aumento do efeito de estufa causado pela grande concentração de agentes poluentes na atmosfera, sobretudo dióxido de carbono (CO2). Este efeito de estufa impede a dissipação do calor e aquece a atmosfera.
Para os cientistas as consequências deste aquecimento global são sobretudo os potenciais efeitos sobre a saúde humana, economia e meio ambiente.
Assim prevêem: importantes mudanças climáticas com Verões cada vez mais quentes e Invernos cada vez mais curtos e menos frios; o aumento de desastres naturais: grandes inundações, secas de longa duração, furacões e tufões em maior quantidade e intensidade com grandes consequências para o clima e para a economia das regiões costeiras; a subida do nível do mar; falta de água potável; grandes alterações a nível dos frágeis ecossistemas florestais e pantanosos com a extinção de espécies animais e vegetais.
Serão sobretudo os países mais pobres, com menos recursos financeiros, tecnológicos e científicos para lidar com os problemas de inundações, secas e principalmente surtos de doenças, como a malária por exemplo, os mais atingidos.
As medidas preventivas passam pela ratificação de todos os países do Protocolo de Kyoto. O Protocolo de Kyoto entrou em vigor em Fevereiro de 2005 e prevê que os seus defensores, diminuam as emissões de CO2, apostando no desenvolvimento de tecnologias energéticas alternativas e limpas que emitem menos gases poluentes.
É urgente fazer com que países como os Estados Unidos, Austrália e Cazaquistão que são dos mais poluentes ratifiquem o Protocolo; fazer com que países recém industrializados como a China e a Índia não fiquem isentos de algumas cláusulas neste acordo Mundial.
Por fim, é urgente que todos nós tomemos consciência do Aquecimento Global. Que passemos a mensagem aos outros, …
O planeta está em perigo! Temos de agir enquanto é tempo.

Ana Afonso, n.º 4

Liberdade de imprensa

As liberdades não são produto das estruturas do Estado, mas da vontade de todos, ou seja, as liberdades não são criadas e não se manifestam senão, normalmente, quando o povo as quer. Daí, a ideia de Bénoit: "as liberdades não nascem senão de uma vontade, elas não duram senão enquanto subsiste a vontade de as manter.
Mas como em todas as leis, há pessoas contra e pessoas a favor; e a liberdade de imprensa não é excepção.
Os cidadãos contra esta liberdade alegam que não são poucos os exemplos de que a liberdade de imprensa, nos últimos anos, tem sido usada para injuriar, difamar, caluniar e invadir injustamente a privacidade de pessoas.
A imprensa não tem o direito de anunciar factos, fotos, imagens de episódios ainda não esgotados pelas técnicas de investigação, e consequente comprovação legal. Nem têm o direito de questionar sem prova, pessoas com a sua privacidade invadida e as suas virtudes morais interrogadas .
Vendo a liberdade de imprensa por esta perspectiva, constata-se que ,lamentavelmente, sempre houve falta de respeito ao direito à imagem, por parte da imprensa que, sem o menor cuidado com os preceitos legais ou conceitos éticos, expõe ao público imagens inéditas e particularidades da vida de pessoas que, antes de qualquer possibilidade de defesa, se vêem às voltas com o facto de terem que provar que não cometeram um determinado acto ou que as informações passadas não são plenamente verdadeiras, sendo, muitas vezes, condenadas pela opinião pública, induzidas por matérias falaciosas, sempre incompletas que embutem apenas vergonha e prejuízos tanto morais como materiais a quem é acusado.
Havendo também pessoas a favor, defendem que a liberdade de expressão é um direito humano e a sua proteção, um elemento essencial para a sociedade.
Cada vez mais, jornalistas são perseguidos, atacados, detidos e assassinados, por realizarem este trabalho indispensável. Segundo a Comissão de Proteção aos Jornalistas, cinquenta e seis jornalistas foram mortos no cumprimento do dever em 2004. Dezenove continuam dados como desaparecidos, receando-se que tenham sido mortos, e cento e vinte e quatro encontram-se detidos. É trágico e inaceitável que o número de jornalistas mortos no cumprimento do seu dever se tenha tornado vulgar na liberdade de imprensa.
Segundo estes cidadãos: “Todos deveríamos ser gratos à imprensa pelo seu trabalho e pela sua imaginação”.
Na minha opinião pessoal, a liberdade de imprensa devia ser respeitada, uma vez que os jornalistas estão a fazer simplesmente o seu trabalho, porque não nos podemos esquecer que o direito de “procurar, receber e difundir informações e ideias por qualquer meio de expressão” está consagrado no artigo 19° da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Lúcia Coelho 12º A Nº 21

O Novo Mundo - sociedade da informação e das novas tecnologias

Com a Revolução Industrial brotou um acrescimento das novas tecnologias. Originando um mundo sem barreiras geográficas, sendo possível, que populações de inúmeros países, interajam entre si, sem sair do mesmo lugar físico, assemelhando-se a uma espécie de “alma digital”.

“A tecnologia sempre afetou o homem: das primeiras ferramentas, por vezes consideradas como extensões do corpo, à máquina a vapor, que mudou hábitos e instituições, ao computador que trouxe novas e profundas mudanças sociais e culturais, a tecnologia nos ajuda, nos completa, nos amplia…”. No meio de todo este envolvimento com as novas tecnologias, não nos apercebemos que estas não são acessíveis a todas as classes sociais; “O conectado típico é do sexo masculino, situado na faixa etária abaixo de 35 anos, com nível superior de ensino, alto nível de renda e fluência na língua inglesa.”; nas classes sociais mais baixas este acesso e mais restrito, uma vez que não têm condições educacionais e financeiras para um acesso continuado e evolutivo da tecnologia.
Um exemplo pertinente é o facto de nos países do terceiro mundo, ao lado de desigualdades como a miséria, o analfabetismo e o alto índice de doenças existe um crescimento colossal de tecnologia. Estando o desenvolvimento tecnológico à frente do desenvolvimento social.

Com o avanço tecnológico o homem deixou de precisar trabalhar em grupo, actualmente consegue concretizar tarefas de caris mais pesado, apenas com o auxílio de uma maquina. Por exemplo, na construção das pirâmides do Egípto, foram necessários inúmeros homens, se estas fossem agora construídas de certo que reduziríamos esse número para mais de metade, ficando a actividade humana condicionada pela tecnologia. “(...) toda atividade humana e todos os processos da existência individual ou coletiva são moldados pelo novo meio tecnológico.”
Abrupto crescimento das tecnologias de comunicação e informação provocou no ser humano mudanças econômicas, políticas e sociais; estimulando-o a se remodelar para conseguir estabelecer-se no mercado de trabalho.

Uma vez que o mundo está ligado por redes globais de comunicação, existe uma exploração internacional, que facilita o intercâmbio de informação útil para ambos os países, pessoas ou empresas, com o escopo do desenvolvimento econômico e social de ambos os meios intervenientes. Construindo assim um mundo cada vez mais globalizado.

Helena Coelho

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O Futuro do Nosso Clima

O aquecimento global é um fenómeno climático de larga amplitude, ou seja, um aumento da temperatura média global que tem vindo a complicar-se nos últimos cento e cinquenta anos. Desde 1979, as temperaturas terrestres aumentaram mais depressa que as temperaturas no oceano. Pensa-se que os anos antecessores a 1850 eram relativamente estáveis, com possíveis alterações regionais como a idade do gelo.
Para justificar estas mudanças, cientistas defendem diferentes causas. Há quem acredite que o aquecimento global é causado pelas nossas actividades (a queima de combustíveis fósseis, a desflorestação, etc.). O IPCC (em português, Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas) afirma, com base no seu relatório mais recente, que o aquecimento global observado durante os últimos cinquenta anos terá sido provocado pelo aumento do efeito de estufa.
Por outro lado, cientistas defensores do modelo heliogénico (transformações radioactivas, das quais resulta o hélio) declaram que as alterações sentidas são o resultado do aumento da actividade magnética do Sol. Desta maneira, não há nada que possamos fazer para impedir que se agrave. Há ainda uma outra hipótese, talvez absurda, mas o aquecimento global pode ser um engodo usado por aqueles que querem implantar um governo mundial, aterrorizando as pessoas, e fazendo com que se submetam aos seus planos.
Para além de todas estas preocupações, independentemente das causas, o aquecimento global incita a grandes mudanças climáticas no planeta. São conhecidas como “As seis pragas do Aquecimento Global”: os calotes polares estão a derreter; consequentemente leva a um aumento do nível médio das águas do mar; os furacões estão cada vez mais fortes; o Brasil está agora na rota dos ciclones; os desertos, devido às secas, tendem a aumentar de território e tudo isto provoca milhares de mortos anualmente (cerca de cento e cinquenta mil). Um bom exemplo do que pode vir a ser o nosso futuro é mostrado no filme “ O Dia Depois de Amanhã”, pois retrata as consequências do efeito de estufa, mostrando o que podemos fazer para ajudar a conter esta calamidade. É através de muita vontade e esforço que conseguiremos ultrapassar este problema.
Assim, “dada a eficácia e os benefícios ambientais da tecnologia de pilhas de combustível, a Boeing quer estar na vanguarda do seu desenvolvimento e aplicação em produtos aeroespaciais”, apresentando um avião mais leve, mais confortável e amigo do ambiente. O produto final, resultante da electrólise, é vapor de água (inofensivo para o ambiente) e os motores, por serem eléctricos, quase não fazem ruído. É com estas evoluções que podemos ajudar a “ressuscitar” a Terra, e assim, ajudarmo-nos a nós mesmos.





Vera Marques

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Terrorrismo, porque?


Introdução:

- O que é o Terrorrismo

Desenvolvimento:

- A luta contra o terrorrismo Internacional
- Direitos humanos

Conclusão:

- Como combate-lo

Fontes Bibliográficas:
http://www.noruega.org.pt/policy/security/terrorism/terrorism.htm
http://pt.danielpipes.org/article/4205
http://europa.eu/scadplus/leg/pt/s22011.htm
http://www.tecnet.pt/portugal/20963.html


Natália Cordes, n.º 26

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Liberdade de imprensa

Plano-guia:

Introduçao:

- Várias formas de ver a liberdade de imprensa.

Desenvolvimento:

- Prespectiva contra;
- Prespectiva a favor;
- Mortes e desaparecimentos de jornalistas nos últimos anos.

Conclusão:

- A minha opinião pessoal em relação da liberdade de imprensa.

Fontes Bibliográficas:

http://www.desempregozero.org.br/editoriais/liberdade
_de_informacao_e_os_abusos_da_imprensa.php
http://www.editoras.com/renovar/0234.htm
http://www.liberdadedeimprensa.org.br/index.php?q=node/23
http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_SP/Barra_Escolha/
ONU_LibImprensa.htm




Lúcia Coelho

O Novo Mundo - sociedade da informação e das novas tecnologias

Plano guia:

Introdução:

· O aparecimento das novas tecnologias;
· As novas tecnologias como meio de comunicação sem limites;

Desenvolvimento:

· A tecnologia como motivo de exclusão social;
· Crescimento tecnológico à frente do crescimento social;
· Relação Homem/ tecnologia.

Conclusão:

· Tecnologia de informação e comunicação constitui um dos principais meios da globalização

Fontes:
Helena Coelho